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NASCENTES PROTEGIDAS ATÉ O MOMENTO
Espaço colaborativo organizado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) com o objetivo de promover a construção coletiva do conhecimento e disponibilizar informações técnicas e científicas, propostas tecnológicas e experiências nas diversas temáticas relevantes para a agricultura familiar e o desenvolvimento rural sustentável.
Surgiu em 1992 a partir das articulações de educadores ambientais durante o Fórum Global da Conferência do Rio. Organizada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), busca consolidar um espaço democrático com a participação de indivíduos, grupos e instituições voltados para a sustentabilidade socioambiental.
Promove o intercâmbio de informações e experiências para o fortalecimento dos processos de elaboração e implementação de Agendas 21 locais em todas as cinco regiões do país. A Agenda 21 é um instrumento de planejamento para a construção de sociedades sustentáveis, em diferentes bases geográficas, que concilia proteção ambiental, justiça social e eficiência econômica.
Entidade formada por associações e consórcios de municípios e Comitês de Bacias Hidrográficas presente em todo o território nacional. Tem como objetivo apoiar a implantação de cobrança do uso da água e criação de sistema descentralizado de gestão de recursos hídricos, possibilitar a troca de experiências e desenvolver serviços e atividades de interesse comum.
Articula e estimula a atuação de redes de educação ambiental no Brasil, promovendo intercâmbio com coletivos de educadores ambientais de todo o mundo. Criada em 1992, na atmosfera de grande mobilização para a Rio-92, adota como carta de princípios o Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global.
Atua em seis estados brasileiros (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo, Bahia e Pernambuco) e seu principal objetivo é favorecer a integração de jovens rurais e estabelecer ações focadas no empreendedorismo.
Articulação formada por representantes de movimentos sociais, ONGs, sindicatos e pesquisadores de todo o Brasil que visa combater a injustiça ambiental no território nacional. Para a rede, uma injustiça ambiental ocorre quando os danos ambientais se concentram em locais onde vivem populações pobres (principalmente em áreas de mineração, barragens de hidrelétricas, passagem de linhas de transmissão de eletricidade, oleodutos, depósito de lixos tóxico ou de resíduos químicos).
Promove a difusão de sistemais agroflorestais no território brasileiro e a recuperação de terras degradadas como forma de aumentar a renda e a qualidade de vida dos agricultores. Atua através do intercâmbio de experiências, assistência a produtores e comunidades rurais e apoio a organizações governamentais, contribuindo para a recuperação de paisagens rurais e proteção das florestas nativas e sua biodiversidade.